Mauá ganhará novo reservatório de água

Obra iniciada nesta quarta-feira (28/04) vai beneficiar mais de 73 mil habitantes de bairros como Jardim Guapituba, Jardim Anchieta, Jardim Primavera, Parque das Américas, Jardim Santa Lídia e Vila Falchi

Foi iniciada nesta quarta-feira (28/04) uma obra que, quando concluída, promete acabar com boa parte do problema da falta de água em Mauá. A Sabesp começou a implantação da nova adutora do município, que vai interligar o reservatório principal da autarquia estadual, localizado na Vila Magini, ao novo reservatório que será construído no Jardim Anchieta. Todo esse sistema beneficiará mais de 73 mil habitantes de bairros como Jardim Guapituba, Jardim Anchieta, Jardim Primavera, Parque das Américas, Jardim Santa Lídia, Vila Falchi, entre outros. A previsão da empresa é que a tubulação esteja toda instalada até novembro deste ano.

Nos próximos meses, a Sabesp vai lançar as licitações para as construções da Estação Elevatória de Água, que será na Avenida Portugal, e do reservatório que ficará localizado no fim da Rua Manoel Franco, com capacidade de armazenar 10 milhões de litros de água. O conjunto dessas obras está estimado em R$ 33 milhões.

O prefeito Marcelo Oliveira acompanhou o início dos trabalhos, na própria sede da Sabesp, acompanhado do superintendente da Unidade de Negócio Centro da empresa, Roberval Tavares de Souza, e do superintendente da Sama, Rangel Souza da Silva. “A água é um direito de todos e deve ser distribuída com qualidade. Essa é uma importante obra que visa a acabar com um problema crônico no abastecimento de parte da cidade. Esperamos que essa parceria entre a Prefeitura e a Sabesp possa ajudar ainda mais a população de Mauá”, afirmou.

Segundo o representante da autarquia estadual, a atuação em conjunto com o município foi fundamental para evitar que a obra causasse ainda mais impacto na cidade. “Inicialmente, o projeto previa que a adutora percorresse a Avenida Dom José Gaspar, mas,ao mudar para a Avenida Portugal, reduzimos a possibilidade de problemas com linhas de ônibus e com os hospitais, por exemplo”, explicou.